
Réus confessos
A nossa mania de perseguição é a curiosidade. Embora seja fascinante desvendar o que nos desperta interesse, isso pode ser letal...
... E foi. (mais…)

Razões desafinadas
As razões são desafinadas porque os propósitos não são orquestrados. A gente ensaia o que vai dizer e depois se engasga com o soluço da incerteza. (mais…)

Remanejamentos
Quando surge a ausência à perfeição se mostra onipresente.
Elas andam juntas, dependem mutuamente uma da outra para a sua sobrevivência sentimental. (mais…)

Você é foda!
Eu poderia descobrir novos planetas, mas sem o brilho da sua Lua de nada resolveria o feito...
Eu poderia ser o primeiro homem a escalar o Everest sem o auxílio de equipamentos, mesmo assim, sem o teu reconhecimento, seria como subir numa escada para trocar a lâmpada da sala. (mais…)

Vivendo sem Tulipas
Gostar de Tulipas não é fácil. É conviver obrigatoriamente com uma relação fadada as idas e vindas, ao manejo da sensibilidade, a percepção da tradução dos sinais e principalmente a sagacidade do “saber tratar”. (mais…)

Visitando minhas defesas
Nos últimos dias visitei alguns cômodos diferentes dos quais não estava acostumado a visitar, aliás, há algum tempo, não fazia ideia de como era dar um “olá” a mim mesmo e saber se estou bem ou precisando de algo... (mais…)

Resmungando ou cativando?
Negamos que “morrer” não está em nosso script, mas está lá no final dos créditos, do sobe e desce das letrinhas miúdas que ignoramos tacitamente após o filme. (mais…)

Vida agendada
Se o acaso não expirasse e se um caso virasse casual, a indiferença não faria diferença entre dois corpos, e você não desejaria retornar para sua casa cobiçando ser de alguém. (mais…)

Verdades inconvenientes
Ao bater minha canela no escuro (entrando silenciosamente em minha casa), tive uma epifania:
“Meus relacionamentos não ultrapassam 1 ano!” (mais…)

Utopia de um encontro
“Ela notou que eu notei que ela notou quando olhei para ela. Saracutiei de um lado para o outro só para passar 2, 3, 4 vezes em frente a ela. Tentei disfarçar o “indisfarsável”, mas ela notou, e já que ela me “anotou” fui tratando de “anotar” o celular dela...” (mais…)
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