
Sabem por que a vida nunca acaba?
Ninguém quer ser o primeiro a chegar a algum lugar... Ninguém quer ser o desbravador de uma caverna subterrânea ou regiões incultas pelo homem... Ninguém quer ser o pioneiro em sua vocação, o precursor em seus propósitos de vida ou o dianteiro em suas conquistas... (mais…)

Você consegue identificar quando algo não vai bem em sua relação tal qual o desequilíbrio quase que imperceptível do teu corpo após uma caipirinha? (mais…)

Não. Um dos primeiros fonemas que ouvimos assim que a nossa cognição dá as boas vindas em nossas vidas.
Não.
Um minúsculo elemento sonoro capaz de estabelecer uma distinção de significado entre as palavras, entre as condutas e principalmente entre as permissões. (mais…)

Quando olho para ela enxergo algo que a visão popular não realiza, ou, pelo menos, demora a realizar...
Ela é uma fotografia executada por Robert Doisneau (quase uma obra de arte) e eu lá, protagonizando a imagem e a circunstância que a própria oferece. São os mistérios que compartilham as imagens; ninguém sabe disso, somente quem está “congelado naquele tempo”. (mais…)

Temido durante anos, o monstro de Frankenstein infligia respeito aproveitando-se da sua horrenda aparência, todavia, ela só poderia ser vista se algum morador curioso abandonasse o vilarejo para se arriscar no alto das colinas. (mais…)

Eu me aquieto vendo um espetáculo em meu camarote, sentado no sofá, sem mover meu corpo para as ruas de Sampa, o que é visto com certa insanidade pelos meus amigos que sempre presenciaram o meu enlace libidinal pela vida notívaga. (mais…)

Como uma criança que pede um mimo, deito-o em meu colo. Como um maltrapilho que vive da gratidão de outras pessoas, eu o recolho e lhe dou o abrigo merecido... (mais…)

A matinée em casa já começava no sábado e só acabava no domingo. Passávamos na locadora após o almoço de sábado em busca dos lançamentos da época: Admiradora Secreta, Clube dos Cinco, A Hora do Espanto, Goonies, Os Garotos Perdidos... Uma gama infindável de filmes ocupavam as nossas tardes aos finais de semana. (mais…)

Fui acostumado a me relacionar no meio de promessas, planos e palavras... Tive a péssima mania de aceitar os afagos quando me cobriam de beijos e mentiras.
Tais hábitos – enfermiços por sinal – me transformaram – ou melhor – me condicionaram a ter preferência por tudo que é – digamos – não tão demorado. (mais…)

Não era amor.
Era uma necessidade de se sentir necessário. Um documentário para o imaginário. Um tributo ao extraordinário. Um brinde ao incendiário. (mais…)