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Será que a gente muda?

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30abril 2019
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Será que a gente muda?

A genética é incrível, principalmente quando se trata de mudanças. A metamorfose é uma delas! Escrita no Templo de Delfus na Grécia antiga, Sócrates foi o primeiro bípede pensante a tentar decifrar e alertar que a metamorfose não se aplica somente ao reino animal, e dói tanto quanto para nós! Já imaginou a dor de uma lagarta entrando em sua crisálida e depois saindo como uma borboleta? As meigas joaninhas também passam pelo mesmo processo, abelhas passam, gafanhotos e mamíferos também. Se você almeja "voar" conscientize-se de que antes você passará pela dor da mudança. Para mudar, precisamos entender os efeitos da fotossíntese e a aprender com uma outra classe existencial, a das plantas. O reino vegetal nos ensina de forma simples que o que formula uma parte da nossa inteligência e existência é o fato de assimilar experiências e ensinamentos vida afora. De forma prática, a fotossíntese é definida como um processo em que a energia solar é capturada e as moléculas orgânicas são produzidas, ou seja, as plantas absorvem energia solar e a transformam para produção de seu próprio alimento. De forma simples, podemos entender que a planta retira gás carbônico do ar e energia do Sol. A metáfora/metamorfose é bem simples na escrita: O que estamos absorvendo do próximo? O que aprendemos das nossas falhas? Estamos aprendendo com o "gás carbônico" das pessoas ou estamos jogando pra dentro dos nossos pulmões sem propósito de cura ou de lição? E a energia? Estamos filtrando o que pode nos auxiliar em nosso longínquo e doloroso processo evolutivo? Somos Sóis! Mas insistimos tanto em sermos um buraco negro, engolindo a luz dos outros, ao invés de refleti-la e iluminar galáxias. Se somos uma muda, será que uma muda não muda para se tornar uma frondosa árvore cheia de frutos? A natureza, embora silenciosa, é uma encantadora professora! A opção do aprendizado é nossa; podemos rastejar a vida inteira ou voar, a escolha é nossa.

08agosto 2018
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Errar liberta, não arriscar aprisiona!

Errar - de vez em quando - não faz mal não é mesmo? A questão de errar é que as cagadas sempre trazem um combo, uma espécie de "kinder ovo maligno", elas sempre vêm acompanhadas pelo martírio, pela consciência pesada e pelo arrependimento, entretanto, há de se prestar atenção nos erros duplos, pois a gente só cresce quando erra sempre de forma diferente. Errar é um aprendizado terapêutico. Insistir no erro é um sintoma psiquiátrico. Cometa erros o suficiente para pavimentar o caminho dos teus valores, porque vale muito mais a liberdade de errar do que a carceragem em não arriscar. Se for pra ser feliz e fazer feliz, erre! Quem te ama entende o erro como um recomeço e não como um tropeço!  

05agosto 2018
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A cidade da “segunda chance”

Quantas estradas você já viajou? Quantos percursos você já trilhou? Quais as paisagens que realmente se fixaram em suas melhores recordações? (mais…)

08maio 2018
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Mutação consciente

A cada dia um desafio. Nos desafios, os erros. Nos erros, a reciclagem das oportunidades. Nas oportunidades, a chance de um novo avanço. Nos avanços, a incerteza. (mais…)

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