
VOCÊ SE ACEITA OU SE MAQUIA?
Como você educa seus valores morais? Você os educa?
Como você potencializa a sua humildade? Ela tem importância para você?
Como você lapida o seu orgulho? Você sobreviveria sem views, sem seguidores e sem likes?
Você tem preguiça de enfrentar seus defeitos? Você os terceiriza?
De fato, há muitas coisas na vida as quais somos impotentes para resolver: O ambiente ao qual fomos criados, perdas não explicadas, abusos não resolvidos, situações humilhantes jogadas debaixo do tapete, eventos do mundo exterior... ... ...
Parabéns! Somos semelhantes, além do hereditarismo, além da moda, além da massa de manobra e com um miasma idêntico a toda espécie: O nosso ego!
O que muda é como você o nutre e onde você o coloca. Para descobrir qual o posto que você o elegeu é simples:
- Ao invés de enchê-lo de maquiagem, esteja com ele de forma construtiva, aceite de boa as espinhas, as rugas, a pele oleosa e o cabelo ao vento.
- Você precisa fazer pose sempre? As vezes é mais sedutor ser espontâneo do que instantâneo.
- Você protege tuas fraquezas criticando a direita ou a esquerda? Adote os conceitos da geometria, uma linha reta é infinita, já pensou a expansão disso?
- Necessidade exagerada em opinar? Como você pretende se simpatizar com a opinião dos outros se você está focado somente em si?
- Muito selfie e pouco self? Lembre-se que o ego é um complexo cujo o núcleo é o self, dê mais selfies em seu self!
- Você precisa de holofote? Veja quanta luz tem dentro de você!
Perceber é tão mais prático do que esconder ou entorpecer. Abandone a síndrome da casta elitizada e perfeita, das fotos impecáveis, dos sorrisos irretocáveis, das proas das lanchas ou das selfies dentro de jatinhos e os ângulos sempre perfeitos.
Enquanto não inventarem um embelezador da vivência humana, seremos todos iguais, com gordurinhas localizadas, olheiras, suor, cabelos rebeldes e insatisfeitos com alguma coisa.
Você já se perguntou alguma vez se seu ego serve para alguma coisa ou se você o serve para algo?

ADUBOS RACIONAIS
Em breve, seremos adubos metidos a besta!
Me impressiona a prepotência humana: Irrefutavelmente seremos pó e depois adubo para micro-organismos insignificantes, mas que aguardam pacientemente o dia que passaremos da constelação para a cova.
Constelação porque muitos creem que são maiores (ou mais importantes) que seu corpanzil físico a ponto de acharem legítimo apenas as suas convicções e pensamentos, em uma espécie de grandeza hiperbólica e hedonista.
Palpitam veementemente na vida alheia, estipulam regras, são mestres em arquivar mágoa e relembrar ressentimentos, veteranos egoístas até mesmo em dar passagem no trânsito e mal educados quando esbarram com outro corpanzil, que talvez seja até mais egocêntrico que o dele.
O mundo dos holofotes nunca esteve tão sem luz quanto agora, me refiro a luz da alma, dos valores intangíveis e não das marcas que você usa ou das viagens que você fez (isso é preço).
Preço é coisa de adubo, por isso Deus determinou nossa jornada existencial na matéria como "nascimento, aprendizado e morte" com tanta sapiência.
Já imaginou se fôssemos eternos em nossa ignorância?

FÉRIAS PRA ELAS? JAMAIS!
A oportunidade em conquistá-la foi única e passou velozmente, como num piscar de olhos e quando me vi, já caminhava de mãos dadas. Moral da história: Jamais dê férias as suas pálpebras.

Aprendizado amargo para um futuro doce
São anos letivos ininterruptos. São dias e noites a fio tentando entender suas equações. São anos de recuperação. Ninguém passa direto (isso se passar). Uns são prodígios em química, outros em física, ainda outros em aritmética. Uns adoram versar. Outros adoram calcular e ainda outros adoram filosofar. Quem falta ou burla a chamada tem como penitência a involução.

Sim, nós fazemos terapia!
“A terapia é a maneira ocupacional mais eloquente que um homem encontra para se apegar aos apelos da realidade e manter o impulso dos desejos em um cativeiro provisório.” – André Luiz, assumindo a responsabilidade em palpitar. (mais…)

Silêncio confidente
Ele acompanha uma palavra sussurrada ao ouvido. Presença irrefutável no prefácio de um amor e na obra completa de um “best seller”. Transmite milhões de significados, sensações e desejos, basta querer pra acontecer... (mais…)

Tome um café comigo!
Você anda apressado demais em seus passos, aconteceu alguma coisa fora do contexto prescrito pelo seu diretor?
Sente-se aqui comigo. Tome um café! (mais…)

Romântico inveterado
Quem se sente feito um garoto dentro de uma paixão de adolescente em um dia de colégio oferece rosas, não flores, rosas! (mais…)

Somos o que plasmamos
O sucesso ou o fracasso são os subprodutos das nossas atitudes construtivas ou destrutivas, partindo do princípio espiritual (e também psicológico) que ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, e sim, entender que a felicidade dos outros também é a nossa felicidade. Para os presunçosos de plantão; Somos parte de um todo e não o todo de uma parte. Isenta de rótulos, a felicidade se baseia em uma adaptação satisfatória à nossa vida social, além disso, na capacidade que nós temos de nos ajustarmos a essa imensa diversidade de situações vivenciais. - Pensa diferente? Respeite. - Possui incompatibilidades? Tolere. - Age contraditoriamente? Afaste-se. Respeitar. Tolerar. Afastar. Conjugar esses verbos (no tempo certo) nos ajudaria no processo da nossa evolução como pessoas maduras e adultas. Usar a empatia se colocando no lugar do outro "sentindo e pensando como ele" em vez de "pensar a respeito dele" teríamos o comportamento adequado para com os atos e atitudes da pessoa. Respeitar? Tolerar? Afastar? Escolha um e viva sem rugas.

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- Obrigado terapia, obrigado!