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Existe vida sem fé?

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22junho 2021
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Existe vida sem fé?

O grande problema é que não tem matéria sobre fé nas escolas, desde que ela venha acompanhada de uma outra matéria adversa de outras: a religião.   Qual o motivo de separarmos a ciência dessa “filosofia” uma vez que ela é parte de uma trindade basilar a qual crescemos sobre ela?   Reforço que este texto não tem o propósito de convencer ninguém a qualquer tipo de religião, aqui, o tema será religiosidade.   No atual mundo em que vivemos, ou nos deixamos esmagar pela realidade, que nos distancia da sensibilidade ao próximo, ou navegamos em mares que nos fazem descobrir camadas cada vez mais profundas de nós mesmos, aquelas em que a luz solar não chega, sabe?   Independentemente de qualquer coisa, ela pode se dar de forma laica ou religiosa.   Por isso insisto, aqui, falo de fé raciocinada, aquela fé que tem embasamento, que não é preconizada pelo fanatismo e por obscuridades que não se enxerga, a fé raciocinada se debruça em fatos e na lógica onde você tem certeza e essa certeza te faz compreender porque todo conhecimento liberta.   A vida possui tantos capítulos inesperados e imprevisíveis, mas se temos algum conhecimento para nos apoiar, a nossa história, ou a próxima página, poderá ser compreendida e mais resiliente, a fé faz isso: ensina, prepara, consola.   Entretanto, por não aprendermos o mecanismo ou o funcionamento dessa fé desde quando se aprende o “abecê”, as diversas amostras de religiosidade que ando vendo por aí não cobririam o pé de um santo sequer, e assim, todos passam frio e muitos buscam se esquentar no egocentrismo ilusório das redes sociais.   Mas como evitar essa hipotermia sentimental? A pergunta mais cabível seria: Você realmente quer sair desse iglu que você criou à sua volta?   Vejo marcas perambulando pelas ruas; indivíduos que passam do seu lado sem virar o pescoço para um olá, como tem passado?   Chafurdados em suas ideologias, tentando persuadir o outro com suas verdades absolutas, vivendo uma absorta contradição: Não dão bom dia, mas não vivem sem os views do Instagram, fazendo qualquer coisa em busca do holofote.   Mas e aquela luz que deveria vir de dentro? Por que tanta competição ou culto em ser desejado apenas fisicamente? Todos os humanos são iguais, mas alguns mais iguais que outros, é isso mesmo?   Por isso a fé é algo tão maneiro, ela não une pessoas, ela unifica propósitos. Ela impacta e contagia quem quer ser “infectado” por ela, simples assim.   Entretanto, e para tudo existe um tanto, a fé precisa vir do coração; religiosidade que não fala ao coração, morre na cabeça.

15julho 2020
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Dia do Homem

Quando ouço a palavra "homem" me remeto diretamente a virilidade, mas não a virilidade dessa cultura falocêntrica que todos insistem em valorizar, inclusive o sexo oposto. Me refiro a virilidade incomum, que poucos a usam e que tantos poucos a enobrecem: a virilidade moral, o manuseio apropriado de suas ações e de seus neurônios, a busca pelo equilíbrio entre o físico e o espiritual, entre o medido e o desmedido, entre a coragem de se enfrentar e a comodidade em não se aceitar... Virilidade moral para muitos é tão desconhecido quanto a atmosfera de Marte, e tão desconcertante quanto relembrar os catetos da hipotenusa, by the way, tem muito homem por aí (ou seria macho?) cuja as atitudes primitivas, a postura crassa e o pensamento reducionista são tão idênticos quanto um triângulo equilátero. Uma coisa é certa: Sempre existirá o homem e o macho e sempre haverá demanda para ambos (anos de terapia podem explicar a frase). Mas e o machismo? O machismo é inato dentro de nós, mas ele pode se tornar um apêndice a ser extirpado, basta demolir certas patologias sociais. Basta entender que a "vagaba" e o "pegador" são tão iguais e inadequados quanto a "vagaba" e o "pegador". Que não há motivo de deboche nas pausas dramáticas de um homem, ninguém aqui veio com super poderes, o choro é livre e bonito. Que se uma mulher estiver bêbada significa que ela está bêbada e não que vai dar pra você! Castração analítica é ambivalente, se serve para você que ofendeu uma mulher trânsito, servirá para a sua irmã que também foi ofendida no trânsito. Na verdade, machismo e feminismo dependem de tolerância, senão vira antítese gramatical e social. Precisamos enxergar além do casulo. Inexiste homem perfeito, mas o homem ideal poderia dar valor também a outros tipos de suplementos, tais como: Indulgência, resiliência, tolerância, coletivismo... Triste é ver que nós homens (ou muito de nós) não ultrapassam a zona cômoda do modismo porque preferem deixar tudo como está e é aí que mora o problema: a prioridade incorreta das nossas reflexões. Aceitar-se que é imperfeito já seria um bom começo para buscar a perfeição, mesmo que ele só exista nos contos de fada.    

30abril 2019
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Será que a gente muda?

A genética é incrível, principalmente quando se trata de mudanças. A metamorfose é uma delas! Escrita no Templo de Delfus na Grécia antiga, Sócrates foi o primeiro bípede pensante a tentar decifrar e alertar que a metamorfose não se aplica somente ao reino animal, e dói tanto quanto para nós! Já imaginou a dor de uma lagarta entrando em sua crisálida e depois saindo como uma borboleta? As meigas joaninhas também passam pelo mesmo processo, abelhas passam, gafanhotos e mamíferos também. Se você almeja "voar" conscientize-se de que antes você passará pela dor da mudança. Para mudar, precisamos entender os efeitos da fotossíntese e a aprender com uma outra classe existencial, a das plantas. O reino vegetal nos ensina de forma simples que o que formula uma parte da nossa inteligência e existência é o fato de assimilar experiências e ensinamentos vida afora. De forma prática, a fotossíntese é definida como um processo em que a energia solar é capturada e as moléculas orgânicas são produzidas, ou seja, as plantas absorvem energia solar e a transformam para produção de seu próprio alimento. De forma simples, podemos entender que a planta retira gás carbônico do ar e energia do Sol. A metáfora/metamorfose é bem simples na escrita: O que estamos absorvendo do próximo? O que aprendemos das nossas falhas? Estamos aprendendo com o "gás carbônico" das pessoas ou estamos jogando pra dentro dos nossos pulmões sem propósito de cura ou de lição? E a energia? Estamos filtrando o que pode nos auxiliar em nosso longínquo e doloroso processo evolutivo? Somos Sóis! Mas insistimos tanto em sermos um buraco negro, engolindo a luz dos outros, ao invés de refleti-la e iluminar galáxias. Se somos uma muda, será que uma muda não muda para se tornar uma frondosa árvore cheia de frutos? A natureza, embora silenciosa, é uma encantadora professora! A opção do aprendizado é nossa; podemos rastejar a vida inteira ou voar, a escolha é nossa.

28abril 2019
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Suicidas indiretos

O silêncio soa como um universo paralelo ao nosso; está ali, aqui, em qualquer mísero espaço entre uma partícula de O2 e um átomo.

  Apreciá-lo não precisa de convite, basta fazer algo simples e que todos nós temos homérica dificuldade: Calar-se.   Desaprendemos a simplesmente respirar e ficar quieto ao mesmo tempo; todo mundo clama por uma fala, seja para mostrar seu entendimento, seja para ser participativo ou para se fazer necessário.   É uma era onde todos suplicam serem necessários, porém, sendo cheios de vazio, estranho, não? Falas inúteis justificando o injustificável.   O mundo ta barulhento mesmo, um barulho sem sentido, não tem harmonia, não é sincopado, nem composição lírica tem... Ta longe de ser algo que lembre uma música.   Mas nesse barulho desafinado, e como resultado dessa equação de sons, dá pra ouvir espelhos se partindo e seus cacos criando um repique no chão. Milhares deles, como se fosse uma chuva torrencial de reflexos partidos em pleno solo.   E o que vemos nos dá uma oportunidade única de reforma íntima: Imagens.   Imagens partidas são egos rachados, deixe de lado sua vaidade desnecessária e preste atenção.   Imagens não tem som, mas tem significado! É uma arte tal qual a Capela Sistina de Michelangelo, a Monalisa de Da Vinci, O Grito de Munch...   Mas de todas, eu fico com a de Francisco Goya: "Saturno devorando um filho". Ela sintetiza o que nós fazemos com a nossa imagem egocentrista e com o silêncio.   Precisamos aprender que muitas vezes vale mais a pena engolir o orgulho em prol do amor do que sofrer por deixá-lo morrer.   Somos todos suicidas indiretos.

11fevereiro 2019
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Você acha que a nossa sociedade está pesada?

Engano seu! Está mais leve que um grão de poeira em pleno aviso de chuva.

Difícil ser pesado (no sentido de consistente, denso e intenso da palavra) quando os egos estão inflados e "cheios" de si.

A dieta de hoje não é da intolerância a lactose, e sim da impaciência, da empatia, do pensar coletivo, do orar pelo próximo e da falta de interpretação de texto...

O que sai da boca logo cai numa peneira velha e furada e a polpa do real significado daquilo que se tentou dizer vai pro ralo.

Insegurança! É mais fácil agredir do que entender, é mais fácil fugir do autoconhecimento e da reforma íntima do que iniciar um julgamento pensando pelo bem.

Sim, todo mundo julga, mas julga errado, julga mal... Já que vai julgar de qualquer jeito, julgue pelo bem, aposte no ser, invista que dele sairá boas intenções. Pra que começar pelo mal? Deixe o bem mostrar que ele faz bem!

Mentes vazias! O selfie é mais importante que o bom dia. As curtidas, os seguidores, a preocupação em ser um formador de opinião é a bola da vez, num jogo de sinuca onde a mesa tá desnivelada, tá manca e o taco tá sem ponta.

A mesa é a nossa sociedade, pesada. A bola são as nossas opiniões, onde tentamos empurrar caçapa abaixo, custe o que custar. O taco?

Bem, o taco deveria ter na ponta um retalho branco sendo movimentado pra lá e pra cá...

Paz, quero paz e sei que muitos também querem, a questão é que já tem muita gente pegando este retalho, juntando suas pontas, colocando tudo dentro e dando área.

Afinal de contas, é melhor fazer a trouxa do que ser o trouxa.

 

08fevereiro 2019
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Você se aceita ou se maquia?

Como você educa seus valores morais? Você os educa?

Como você potencializa a sua humildade? Ela tem importância para você?

Como você lapida o seu orgulho? Você sobreviveria sem views, sem seguidores e sem likes?

Você tem preguiça de enfrentar seus defeitos? Você os terceiriza?

De fato, há muitas coisas na vida as quais somos impotentes para resolver: O ambiente ao qual fomos criados, perdas não explicadas, abusos não resolvidos, situações humilhantes jogadas debaixo do tapete, eventos do mundo exterior... ... ...

Parabéns! Somos semelhantes, além do hereditarismo, além da moda, além da massa de manobra e com um miasma idêntico a toda espécie: O nosso ego!

O que muda é como você o nutre e onde você o coloca. Para descobrir qual o posto que você o elegeu é simples:

- Ao invés de enchê-lo de maquiagem, esteja com ele de forma construtiva, aceite de boa as espinhas, as rugas, a pele oleosa e o cabelo ao vento.

- Você precisa fazer pose sempre? As vezes é mais sedutor ser espontâneo do que instantâneo.

- Você protege tuas fraquezas criticando a direita ou a esquerda? Adote os conceitos da geometria, uma linha reta é infinita, já pensou a expansão disso?

- Necessidade exagerada em opinar? Como você pretende se simpatizar com a opinião dos outros se você está focado somente em si?

- Muito selfie e pouco self? Lembre-se que o ego é um complexo cujo o núcleo é o self, dê mais selfies em seu self!

- Você precisa de holofote? Veja quanta luz tem dentro de você!

Perceber é tão mais prático do que esconder ou entorpecer. Abandone a síndrome da casta elitizada e perfeita, das fotos impecáveis, dos sorrisos irretocáveis, das proas das lanchas ou das selfies dentro de jatinhos e os ângulos sempre perfeitos.

Enquanto não inventarem um embelezador da vivência humana, seremos todos iguais, com gordurinhas localizadas, olheiras, suor, cabelos rebeldes e insatisfeitos com alguma coisa.

Você já se perguntou alguma vez se seu ego serve para alguma coisa ou se você o serve para algo?

05fevereiro 2019
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Adubos racionais

Em breve, seremos adubos metidos a besta!

Me impressiona a prepotência humana: Irrefutavelmente seremos pó e depois adubo para micro-organismos insignificantes, mas que aguardam pacientemente o dia que passaremos da constelação para a cova.

Constelação porque muitos creem que são maiores (ou mais importantes) que seu corpanzil físico a ponto de acharem legítimo apenas as suas convicções e pensamentos, em uma espécie de grandeza hiperbólica e hedonista.

Palpitam veementemente na vida alheia, estipulam regras, são mestres em arquivar mágoa e relembrar ressentimentos, veteranos egoístas até mesmo em dar passagem no trânsito e mal educados quando esbarram com outro corpanzil, que talvez seja até mais egocêntrico que o dele.

O mundo dos holofotes nunca esteve tão sem luz quanto agora, me refiro a luz da alma, dos valores intangíveis e não das marcas que você usa ou das viagens que você fez (isso é preço).

Preço é coisa de adubo, por isso Deus determinou nossa jornada existencial na matéria como "nascimento, aprendizado e morte" com tanta sapiência.

Já imaginou se fôssemos eternos em nossa ignorância?

 

07novembro 2018
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Férias pra elas? Jamais!

A oportunidade em conquistá-la foi única e passou velozmente, como num piscar de olhos e quando me vi, já caminhava de mãos dadas. Moral da história: Jamais dê férias as suas pálpebras.    

22outubro 2018
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O tempo… E o espaço.

Hoje olhei para baixo e vi uma criança, aparentemente de 6 a 8 anos, seus olhos carentes me fitam reivindicando amor, paciência, tolerância, indulgência... Mas simbolizam um aprendizado, um aprendizado sobre o tempo e espaço.
Que relação uniformemente concisa! O ápice de um "exagero moderado"; nascemos com uma vida limitada em permanência para degustar e aproveitar tanta coisa feita por esse designer magnânimo chamado Deus, no entanto, um tempo suficientemente justo para fazer feliz e ser feliz.
Como somos pequenos e grandes diante de toda essa plenitude! Somos pecinhas diante dessa gigantesca obra de Lego chamada Universo.
O Tempo e o espaço.
O tempo: Infinito como a força de uma saudade mal esquecida. O espaço: A física permitindo que você abra sua gaveta e reveja fotos de pessoas que o tempo fez questão de justificar sua pontualidade.
O tempo: A nostalgia que nos arremessa para relembrar as boas lembranças. O espaço: Neste instante tudo muda de cenário e de cor e a gente se revigora em esperança e otimismo.
O tempo: Olhar para sua criação (o espelho) e ver com clareza e maturidade que as transformações te visitam. O espaço: Entender que, mesmo sendo astuto e dissimulado, o espelho mostra a minha senilidade e mostra também a minha contínua vontade em nutrir meus valores morais, estes sim, são imortais!
O tempo e amigos: Andam juntos e combinam feito queijo e goiabada; o tempo nos dá amigos que são verdadeiros professores alfabetizando nossas emoções e, embora o tempo passe desafiando esse convívio, a gente mostra que amizade verdadeira não se perde, se cultiva a cada segundo.
E o espaço?
Bom, existe um espaço onde o tempo perde sua imponência e não vive a merce dos seus ponteiros...
Em meu coração, eu guardo carinhosamente todas as amizades que conquistei, todas as pessoas que oram, vibram, torcem por mim, todos os seres que suportam meus dias opacos e minhas manias fixas. Com gigantesca gratidão eu posso dizer que não caí no mundo por descuido, quando caí aqui, tive amigos que atenuaram a queda.
O que tá dentro do coração não possui hora agendada, não há troca de turno, não tem dia e nem horário de exposição, por isso é intangível, por isso é sentimento!
 

05setembro 2018
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O tempo dos momentos tangíveis

Não permita que o tempo destrua o seu tempo.

A era da paixão entre os dedos e o teclado nos oferta um mundo infindável de conteúdo e conhecimento, mas irei dissertar sobre o ônus dessa tendência que virou rotina.

Na era em que sorrisos viraram emojis, diálogos se transformaram em comentários e calor humano passou a ser expressado em likes, corremos apressadamente contra o tempo para cumprirmos com as nossas obrigações, sem notar que lutamos para ganhar alguns minutos ou horas perdendo um tempo precioso: O tempo dos momentos tangíveis.

Momentos tangíveis que são catalogados em três estados:

As coisas palpáveis, habitadas na prateleira e que depois de um tempo passam a ser tocadas somente para a remoção de poeira, eu chamo de recordação.

Os cenários por onde passamos - deixando um pouco de nós e levando o muito de outros - eu chamo de lembrança.

Aquilo que possui múltiplos significados e que dão sentido ao próprio sentido revelando os mais legítimos e autênticos sentimentos, eu chamo de memória.

Nada permanece permanente no tempo; a memória sim!

Muda-se a cor dos cabelos, muda-se de cep, muda-se o formato das nossas roupas e o seu tamanho, muda-se de emprego, de geladeira, de escova de dentes, mas a memória, jamais!

Memória e sentimento são irmãs gêmeas; impossível pensar em uma sem deixar de sentir a outra, mas como todo parentesco, se não houver a manutenção do carinho, o descaso potencializa o litígio.

Pense comigo: Certas justificativas deveriam ser injustificáveis, uma delas, o "muso inspiracional" dessa crônica: O tempo e a falta dele.

Falta de tempo para caminhar num parque, de se jogar na grama com outra ferramenta imortal que sobrepuja a ação do tempo, a música. Falta de tempo para rever os amigos, para andar de bicicleta, para reviver um brinde ao lado de quem estava com você e que hoje continua com você de mãos dadas com o tempo.

Justificar que falta tempo é ofender a sua falta com o tempo e com você mesmo, porque o tempo vai passar, ele não liga para a sua falta de tempo, mas as oportunidades de recordar lembranças, de reviver memórias, de construir novas recordações é interromper com aquilo que nos faz sentir pulsantes, vitais, necessários: a nossa história.

Hoje é dia do irmão e aproveito essa oportunidade para pedir que todos refletissem sobre as justificativas que semeamos diariamente. Quais os frutos que germinarão dessa árvore chamada vida se continuarmos justificando o injustificável?

Que todos nós possamos repensar sobre as nossas atitudes para não termos o impacto daquilo que chamam de arrependimento, mas eu ainda prefiro chamá-lo de memória mal esquecida.

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