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Julgue-se, a vontade!

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24abril 2018
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Julgue-se, a vontade!

A bem da verdade não é um lance sazonal. Não se trata de um ciclo hormonal, muito menos aquelas idas aos restaurantes caríssimos que só ocorrem uma vez a cada um ou dois meses... Não ocorre como jogo de futebol às quartas feiras e também não são encontros em mesa de bar às quintas feiras... (mais…)

24abril 2018
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Me deixe pra depois

Já que não me entendes, não me julgues, não me tenhas, não me resenhe.

Já que não me convences, não me compartilhe, não me colecione em teu círculo social de figurinhas virtuais. (mais…)

24abril 2018
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Paris ou Veneza?

Somos intensos demais para Paris, Veneza nos cairia bem.

Como não posso ir até Veneza, transformo meu canto em aguas calmas e turvas sem deixar o passeio da gôndola de lado.

... Mas a minha Veneza não é uma romântica de filmes e passeios de legitimidade física monogâmica. Eu vou além da pintura desse cenário.

Ela possui um romantismo incomum e que não segue os canais dos rios como as ruas de Veneza. Não existe uma previsibilidade estancada e alguns dogmas seguem na corrente circular de um bom vinho despejado em uma taça de cristal: “O homem certo é o errado. O homem ideal é imprestável”.

É a lei natural da desigualdade, longe da “Veneza pop”.

Mantenho certo distanciamento dessa "Veneza pop" pelo fato de ter sobrevivido a uma turbulência emocional que não me pertencia, mas que precisei enfrentá-la por merecimento. Eu sou um sobrevivente! E um déspota passional inveterado, reformulado pelo mar adriático (aquele mesmo que abastece os rios passivos de Veneza). Faço do bar, um mundo particular. Das minhas escolhas, histórias breves de vida longa. Debato e dialogo com o ego alheio com a mesma sapiência de um psicólogo. Me divirto com a conquista. Insights são quase tudo nessa vida, só precisamos emprestar os tímpanos ao coração e deixar as taças fluírem dentro dos nossos fluídos físicos.

Existe uma sensualidade no individualismo. De tanto que acharam que um dia eu seria, eu fui e me tornei.

Afrontando constantemente a solidão, eu desafio e encaro o silêncio dos espaços finitos dos meus 50m2 só para ter a sensação - quase que libidinal - desse "tormento positivo". E, de quebra, nessa conjuntura excitante entre tormentos e esclarecimentos cumpro - quase que obrigatoriamente - um ritual inaugural proveniente do rompimento do cordão umbilical outrora convivido em família.

Muitos me taxariam de "solitário homem da caverna duplex", mas eu ainda prefiro entender que essa solidão é ditosa, convidativa e irresistível, tal qual um passeio de gôndola na Veneza pop.

24abril 2018
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Gavetas lotadas. Coração vazio.

Sol, chocolate, leitura, vídeo game, música e sofá. No freezer, um pote de La Basque de menta, no armário debaixo da TV, centenas de DVDs alternativos. (mais…)

23abril 2018
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O vazio nosso de cada dia

O vazio possui uma estampa, um código de barras que se diferencia e que se auto-intitula perante a civilização, haja vista, desde que o ser humano aprendeu a falar - tudo é devidamente nomeado e catalogado... (mais…)

23abril 2018
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Driblando alarmes

Após o sofrimento causado pela última invasão eu me precavi: Instalei alarmes, cercas elétricas, sensores, portas com sistema de segurança por códigos acoplados ao meu smartphone, enfim, investi em alta tecnologia para evitar que uma metida a “Ethan Hunt” se infiltrasse em minha zona de privacidade... (mais…)

23abril 2018
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Dormir junto é parcelar o amor

Acordar num sábado com quem fez a gente passar noites em claro antes da conquista é algo indescritivelmente belo. Acordar num domingo preguiçoso e sem epitáfios sociais ao lado de quem - agora - nos faz ficar acordado por contemplação é esplêndido. (mais…)

23abril 2018
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Desenhando caminhos

Será um atalho ou será um desvio? Palavras com temperatura elevada me trouxeram para esta bifurcação.

Direita ou esquerda? (mais…)

23abril 2018
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Encontro com o desencontro

O que embala um homem em sua formação?

O poder financeiro “e ilusório” do primeiro emprego? A coleção libidinal das conquistas deflagradas em micro contos ressaltados nas mesas de bar com os amigos recém formados? O primeiro carro? A primeira desilusão? (mais…)

23abril 2018
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Desejos e propósitos

Eu me permito me desencontrar só para buscar o propósito de me encontrar subalternando-me com as ciladas da vida. Amei, desamei, desandei e me reciclei para amar novamente... (mais…)

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